Abertura da semana de campanha contra sífilis foi realizada nesta terça-feira 16
Nos dias 22 e 23 de outubro, no Rondon Palace Hotel, de 8 h as 12 h e de 14 h às 18 h, a Secretaria de Saúde de Porto Velho (Semusa), realiza o “Seminário Integrado na prevenção e controle da sífilis congênita.” Através desse seminário podemos capacitar os profissionais da área de saúde de toda a rede municipal e estadual para atuarem juntos na prevenção e tratamento da doença.” Frisou, Daniele Souza, gerente de vigilância epidemiológica.
Os dados epidemiológicos mostram um aumento constante no número de casos de sífilis, em especial em gestantes e Congênita em todo o país. Em Porto Velho foi registrado no período de 2013 à 2017 614 casos de sífilis em gestantes e 409 casos de crianças expostas à sífilis congênita de acordo com informações do Sinan/Semusa.
De janeiro a setembro de 2018 a Secretaria de Saúde de Porto Velho registrou 87 casos de sífilis congênita e 111 casos de sífilis em gestantes.
Abertura Campanha
Na manhã desta terça-feira 16, o departamento de Vigilância em Saúde da Semusa, através da coordenação das Infecções sexualmente transmissíveis (ISTS), realizou no auditório da secretaria a abertura da semana de combate a sífilis, com o objetivo de enfatizar a importância do diagnóstico e do tratamento adequado da doença especialmente em gestantes durante o pré-natal. O evento contou com representantes de diversas entidades ligadas a saúde.
“ O teste rápido para sífilis é oferecido em todas as unidades de saúde da atenção básica, o que facilita o diagnóstico precoce de pessoas infectadas e que podem realizar o tratamento na unidade mais próxima de sua casa.” Explicou a secretária, Eliana Pasini.
Sífilis
A sífilis tem cura é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum e transmitida de uma pessoa infectada para outra durante o sexo desprotegido, através da transfusão de sangue e da mãe infectada para o bebê durante a gestação ou no parto.
Todas as pessoas sexualmente ativas devem realizar o teste para diagnosticar a sífilis, principalmente as gestantes, pois a doença na forma congênita pode causar aborto, má formação do feto e/ou morte ao nascer. O exame está disponível para a população em geral em todas as unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF) e são realizados pelos enfermeiros.
O uso correto e regular da camisinha feminina ou masculina é uma medida importante de prevenção da sífilis. O acompanhamento das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal de qualidade contribui para o controle da sífilis congênita.
fonte: comdecom