Prefeitura divulga primeiro levantamento sobre incidência do mosquito aedes aegypti

05/Fev/2020 - 10:44

Porto Velho está em situação de risco, conforme parâmetros do Ministério da Saúde com possibilidade de surtos de dengue, chikungunya e zica vírus

A Prefeitura divulgou o primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti que é realizado quatro vezes ao ano, desenvolvido para atender a necessidade dos gestores profissionais que operacionalizam o Programa de Controle de Febre Amarela e Dengue (PCFAD/PNCD), permitindo um diagnóstico rápido da situação entomológica de uma localidade por meio da coleta de formas imaturas do mosquito Aedes (larvas e pupas), bem como os tipos de criadouros predominantes nos imóveis, objetivando assim, nortear as ações de controle ao vetor.

O levantamento foi realizado no período de 20 à 31 de janeiro, e apresentou o índice de 4,3 classificado como alto risco para epidemia. Porto Velho está em situação de risco, conforme parâmetros do Ministério da Saúde com possibilidade da ocorrência de surtos de dengue, chikungunya e zica vírus.

Os depósitos predominantes para proliferação do Aedes são: lixos, recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas, entulhos etc (44,3%); seguidos por por armazenamento de água ao nível do solo para consumo humano (19,2%); pneus e outros materiais rodantes (18,5%,); pequenos depósitos móveis (13,4%); depósitos fixos(3,4%); caixas d’água elevadas (0,9%) e 0,5% depósitos naturais. O lixo ainda é o principal criadouro do Aedes aegypti, segundo os dados.

São 35 bairros na capital com maior índice de infestação e os 10 principais são: Panair, Jardim Santana, Arigolândia, Planalto, Marcos Freire, São Sebastião, Aeroclube, São Francisco, Novo Horizonte e Socialista.

A Prefeitura está fazendo ações de prevenções imediatas com visitas nas residências e conscientização da população para evitar que aumente o número de casos em Porto Velho e a Secretaria Municipal de Saúde pede a colaboração da população para evitar criadouros do mosquito, onde não há água parada, não há criadouro do Aedes aegypti.

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